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quarta-feira, 31 de março de 2010

1° Encontro de Libertação Animal no Urugai



Abusando da boa vontade de Moésio, divulgamos aqui mais uma reportagem da ANA - Agênca de Notícias Anarqusta. Dessa vez fala sobre um evento que houve no começo do ano no Uruguai, sobre Libertação Animal. Pessoalmente não fiquei sabendo do evento antes de ocorrer, e lendo esse relato me surpreedi com as dscussões novas e forma de realização do mesmo. Divirtam-se!



"O capitalismo foi atacado como grande explorador animal"
["O interessante do encontro foi que houve bastante crítica ao movimento de libertação animal", diz a jovem eco-anarquista Ellen Vicious, sobre o
1º Encontro de Libertação Animal, que aconteceu em Montevidéu, no Uruguai, em 22, 23 e 24 de janeiro de 2010. Leia abaixo a entrevista que ela concedeu à ANA a respeito deste evento.]


Agência de Notícias Anarquistas - O que te levou a participar do 1º Encontro de Libertação Animal em Montevidéu?
Ellen Vicious - Recebi a divulgação do encontro uns 8 meses antes do encontro, através de pessoas libertárias. Quando entrei no blog do encontro e vi as propostas de atividades já confirmadas me animei muito para ir, pois havia temas como "Autocrítica ao Movimento de Libertação Animal", "Libertação Animal e Anticivilização", oficinas diversas, "Bem-estarismo, Abolicionismo e Veganismo – a partir de uma postura anti-autoritária" que me interessavam bastante. Entrei em contato com o/as organizadore/as para propor uma oficina/bate-papo e começamos a trocar várias idéias, então descobri que este/as organizadore/as tinham bastante coisas em comum com minhas aspirações políticas; confesso que isso foi muito importante para fortalecer minha vontade e planejar a ida ao encontro.
Anteriormente de ir ao encontro no Uruguai estive na Argentina e no Chile, e nesses lugares estivemos com várias pessoas bastante interessantes que manifestavam interesse em ir ao encontro; isso também me motivou a ir.

ANA - Onde foi realizado o encontro? Muita gente participou? De que lugares?
Ellen - Por alguns motivos, o lugar do encontro teve que ser mudado uma semana antes de sua realização. Um grupo de pessoas anarquistas muito especiais se solidarizou com o encontro e disponibilizou sua casa/terreno para que ele acontecesse. Esta casa fica no município de Canelones, próximo à Montevidéu. Esta casa foi alugada, e posteriormente comprada, para moradia e realização de atividades sócio-ambientais com a comunidade; lá funciona uma horta e um espaço onde as pessoas podem propor e organizar atividades.
A princípio haviam 150 pessoas já confirmadas, de toda América Latina. Porém, por esse inconveniente muita gente desistiu de ir. Ao longo dos 3 dias de encontro, fomos 100. Haviam pessoas de Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, México, Colômbia e Bolívia.
A organização da cozinha, da limpeza e do espaço foi feita pelo/as próprio/as participantes voluntariamente; para que não sobrecarregasse ninguém e que todo/as pudessem ajudar sem perder as atividades, fizemos um quadro com os horários e tarefas que deveriam ser feitas e quantas pessoas seriam necessárias, assim quem quisesse colocaria seu nome na tarefa que gostaria de realizar, no horário sugerido, e se juntavam para fazê-la.


ANA - E a participação das mulheres foi grande?
Ellen - Sim, havia um equilíbrio no número de participantes. Muitas meninas participavam e opinavam nos debates, embora eu ainda notei maior intervenção vinda dos meninos. Porém, em atividades de limpeza e cozinha sempre tinha a presença masculina.

ANA - E as crianças...
Ellen - Infelizmente não rolaram atividades exclusivas para crianças. Havia 3 crianças: uma bebê de uns 7 meses, outra de 4 meses, e outra de 1 ano. Das três, apenas uma é vegana, as outras meninas são vegetarianas. Nas conversas “paralelas”, puderam trocar experiências sobre as crias; eu gosto bastante de crianças e estava sempre perto delas ouvindo sobre suas criações e perguntando várias coisas também. (risos)


ANA - Participaram do encontro pessoas de várias idades?
Ellen - Sim, houve participação de pessoas com idades e experiências variadas.

ANA - E quais as principais temáticas abordadas no encontro?
Ellen - A princípio haviam sido propostos uns 10 temas. Os temas propostos, confirmados e realizados foram: “AutoCrítica ao Movimento Vegano/de Libertação Animal” (foram divididos grupos de debate: "Pseudoargumentos", "Leis e Mercadoria", "Ação Direta e Espetacularização", "Animais de Estimação"); “Libertação Animal e Meios de Comunicação Alternativos”; Bate-papo sobre “Permacultura, Transgênicos e Libertação Animal”; “Veganismo, Dogmatismo, Purismos e as Contradições do Mesmo na Sociedade”; “Ecofeminismo e Libertação Animal”; e muitíssimas conversas paralelas e trocas de receitas. (risos)
Em todos os debates quase todas as pessoas presentes participaram, e rendeu bastante conversa. O interessante do encontro foi que houve bastante crítica (como se nota nos temas das conversas) ao movimento de libertação animal, saindo do costume de falar do orgulho de ser vegano, e passar a ver outras possibilidades de ação, o envolvimento do veganismo em outras lutas sociais, etc.

ANA - Destacaria alguma discussão?
Ellen - Não descartaria nenhuma. Em várias tiveram pontos conflitivos, o que foi bom, porque a proposta do encontro era de não criar consenso sobre tudo. Afinal, só na tensão surgem coisas.
Me lembro bem de um grupo de discussão que participei, onde o tema era “Mercadoria e Lei”. Haviam pessoas totalmente contra o uso do recurso legalista como ferramenta pela libertação animal, e argumentavam que o Estado dá leis somente quando lhe convém, portanto é um reformismo que não interessa ao movimento para alcançar uma mudança significativa; e haviam pessoas que sim usavam essa ferramenta e achavam muito importante para a diminuição imediata da exploração animal.
Outra discussão “acalorada”, foi sobre os purismos do veganismo em relação à reciclagem. Por exemplo, consumir ou não produtos de origem animal sendo eles encontrados no lixo.


ANA - E qual o balanço que você faz dessa jornada? Como vivenciou essa experiência e que impressões levou do evento?
Ellen - Tentei participar de todos os debates, além das tarefas do lugar, conhecer gente de tantos lugares, trocar e conhecer muitos materiais, informativos, coletivos, etc.
Realizar e participar de encontros são muito importantes, pelo simples fato de encontrar-se, de criar espaços de discussões, onde pessoas possam se olhar, escutar experiências alheias, fazer uma auto-avaliação, perceber o quão diferente uma mesma idéia pode ser entendida e praticada de várias maneiras e lugares tão diferentes.
Confirmei minha impressão de que o movimento de libertação animal precisa amadurecer bastante nesse âmbito da crítica ao modo de vida pós-industrial.
Na assembléia final, algumas pessoas manifestaram o interesse de realizar um 2º encontro futuramente (a Bolívia é forte candidata!), para seguir levantando questões e crescendo como movimento, sem perder o viés político do veganismo. Nenhum manifesto, informativo, ou panfleto foi editado coletivamente após o encontro, e não foi tirado nenhuma tarefa ou acordo.

ANA - Este evento teve um caráter mais ativista, sem hierarquias, e não de especialistas, acadêmicos, certo? (risos)
Ellen - Exatamente. (risos) Desde o início foi divulgado de uma maneira bem diferente de Congressos, Festivais e encontros que vemos por aí. Não havia taxa de inscrição, não havia apresentação de grandes teses de doutorado, não havia grandes e caros banquetes veganos, nem sugestão de hotel para dormir. Acho que isso influenciou para que muito/as intelectuais da libertação animal não tivesse interesse em participar.

ANA - E o anticapitalismo permeava as discussões?
Ellen - Sim, muitas vezes o capitalismo foi atacado como grande explorador animal, porém as discussões estavam bem lúcidas; se criticou o capitalismo verde e a possibilidade do próprio capitalismo se tornar livre da exploração animal, com esse possível novo nicho de mercado.
Muitas vezes se criticou o consumismo vegano (e orgânico também), essas novas marcas de produtos “livres de crueldade” que enchem as prateleiras dos supermercados de classe média alta, desde tofu até shampoo; questionou-se o valor que um/a produtor orgânico precisa pagar para obter um selo de orgânico, ou até mesmo que uma produção orgânica pode ser uma monocultura com trabalhadore/as explorado/as.

ANA - Houve algum problema com a repressão estatal antes e durante o encontro?
Ellen - O encontro aconteceu tranquilamente sem nenhum problema externo, todas as atividades aconteceram como antes planejadas. A organização local do encontro teve um problema bastante tenso uma semana antes do encontro. O dono da chácara onde se iria realizar o encontro recebeu a ilustre visita de um investigador da Interpol, fazendo perguntas à mãe do rapaz e vasculhando a casa, pois o mesmo não se encontrava. Com uma intimação deixada por esse investigador, ele se dirigiu até o escritório da Interpol em Montevidéu, onde foi interrogado. A Interpol queria saber se o rapaz sabia fazer bombas, porque este encontro ia ser realizado em sua propriedade, quantas pessoas viriam, se ele conhecia integrantes da ALF (tinha uma lista de 200 nomes de pessoas de todo mundo, perguntando insistentemente sobre pessoas de São Paulo e Espanha); o rapaz insistia que não sabia de nada disso, que o encontro não tinha nenhuma intenção de promover ações diretas violentas, que a intenção não era mais que a de promover um encontro com debates, oficinas, etc. Os investigadores liberaram o rapaz sem conseguir dele muita coisa, e não voltou a incomodar ninguém, nem mesmo durante o encontro.
Devido a esse grande inconveniente, esse rapaz desistiu de emprestar sua chácara (gerando todo o problema descrito acima), cancelando assim, o lugar antes confirmado para o encontro, diversas oficinas e debates e participantes do encontro.

ANA - Para finalizar, alguma história engraçada para contar deste evento?
Ellen - Muitas vezes era engraçado quando tinham grupos de brasileiro/as, chileno/as, argentino/as e uruguaio/as conversando. A quantidade de sotaques, gírias e línguas tentando se entender. Algumas pessoas não acham isso engraçado, mas eu achava e me divertia bastante com isso!

ANA - Mais alguma coisa?
Ellen - Bom, o encontrou resultou em uma série de atividades que estamos organizando em Santo André, São Paulo e Belo Horizonte, em formato de traduções, debates, conversas, etc. Como já disse, a importância que tem o fato de encontrar-se, questionar-se, topar-se com outros pontos de vista, para assim criar os conflitos e dúvidas que nos fazem avançar. Espero que cada vez mais as pessoas saiam de suas bolhas e expressem, compartilhem e debatam idéias.


agência de notícias anarquistas-ana


O espantalho
–na minha infância
primeiro amigo
Stefan Theodoru

sexta-feira, 26 de março de 2010

Terremoto no Chile

Tradução:
- Por que diabos nos enviaram se o serviço já está todo feito?
- Espera que ainda tem um vivo!
Fonte:  http://vento-de-liberdade.blogspot.com

Salve uma Vida & Ganhe um Amigo


Campanha fixa do ULA para Animais Domésticos: Salve uma Vida & Ganhe um Amigo.

Manifestação educativa no Calçadão de Campo Grande - vamos nos unir para conscientizar a população sobre os problemas e responsabilidades que envolvem os animais domésticos. Abordaremos os quatro temas principais: Adoção*, Castração**, Repúdio a Comercialização de Animais e a Criminalização do Abandono e Maus Tratos.

Se você se importa e está cansad@ de ver tantos animais sendo vítimas da violência do abandono pelas ruas e abrigos, junte-se a nós! Vamos nos sentir responsáveis e não apenas se revoltar e deixar a responsabilidade e ação centralizadas em poucas pessoas. Vamos nos unir e ir para as ruas para fazer algo bonito, profilátivo e produtivo.

A população precisa ser conscientizada para optar pelas atitudes éticas em relação aos animais submetidos a nossa guarda por meio da domesticação, resguardando o árduo trabalho de poucas protetoras em recolher os já vitimados. É preciso prevenir, e agir na raiz dos problemas para que cada vez menos sofrimento seja cometido.

APÓIE, PARTICIPE E DIVULGUE! Responsabilize-se.

A campanha está circulando pela internet através do cartaz (em anexo) e também da Campanha Padrinhos Mágicos, que está inserida nesta campanha.

Banners Educativos Em breve!

quarta-feira, 24 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

[Argentina] Bomba é lançada na Obra Social do Petróleo e Gás Privado em Neuquén



Comunicado:

Na madrugada de quarta-feira (3 de março) atacamos o escritório de obras sociais privadas de petróleo e gás de Neuquén (Puelmapu). Abandonamos os diálogos, sem mediações, passando à ofensiva, já que este tipo de seitas reunidas só destrói, explora e contamina as terras férteis, as deixando improdutivas; além de contaminar o ar com a emanação de gases tóxicos, com os quais temos que conviver diariamente (animais humanos ou não humanos) provocando doenças e mortes, nas quais não estamos dispostos a continuar tolerando.

Repudiamos a todos aqueles indivíduos que se beneficiam deste tipo de “desenvolvimento” com fins lucrativos. Acreditamos que estas técnicas capitalistas não são sustentáveis, nenhuma que ponha preço à vida o é. Não estamos dispostos a sustentar um sistema econômico baseado na exploração dos recursos naturais!

Exigimos a retirada categórica de: (senhorios, latifundiários, fazendeiros, investimentos nacionais e transnacionais pseudo florestais e toda manifestação de exploração e destruição da nossa Mãe Terra); dos territórios defendidos e controlados pelos estados burocratas-capitalistas. Exigimos também a retirada da polícia (militar ou civil) dos territórios em conflito de comunidades nativas.

A guerra está declarada faz tempo e agora estamos decididos a atacar e defender as terras usurpadas pelos poderes colonialistas. “O homem é o lobo do homem”.

Saudações insurretas a todos os companheiros que decidiram passar à ofensiva nesta luta contra a besta capitalista, que a cada dia está se tornando cada vez mais cruel com a Mãe Natureza.

Célula Armada pela Defesa da Paxamama Marco Camenish

Tradução > Marcelo Yokoi

agência de notícias anarquistas-ana

meio dia
dormem ao sol
menino e melancias

Alice Ruiz

segunda-feira, 15 de março de 2010

Peixes sentem dor e têm sentimentos

O livro Os peixes sentem dor? revela que os cientistas descobriram que o peixe dourado possui receptores de dor no couro e é capaz de aprender

Para muita gente, o peixe não passa de uma rica fonte de proteínas sem sentimentos. Mas um livro polêmico revela que os cientistas acreditam que esse animal, que já foi símbolo de estupidez, não só sente dor como possui uma vida emocional complexa.

A autora do livro Os peixes sentem dor?, Victoria Braithwaite, explica que não existe um motivo lógico por que as pessoas não devam tratar esses animais com a mesma consideração que dão aos mamíferos e pássaros.

O livro  não foi escrito por um vegetariano radical, mas por uma bióloga marinha imparcial... e que come peixe.

Mas a conclusão de Victoria é surpreendente porque não estamos acostumados a ver os peixes como criaturas conscientes, revelou o jornal inglês DailyMail nesta segunda-feira (8).

A “face” sem expressão dos peixes, sua falta de membros e seu ambiente aquático meio alienígena tornaram difícil saber se eles deveriam ser tratados no mesmo nível dos pássaros, répteis e mamíferos ou agrupados junto a vermes, insetos e lagostas.

Os mamíferos possuem detectores de dor especializados, chamados nociceptores, que transmitem sinais ao cérebro quando eles se ferem. Os peixes também.

Para descobrir se os peixes sentem dor, a autora fez várias experiências. Ela injetou veneno de abelha e vinagre em volta da boca de alguns peixes.

Aqueles que receberam o veneno reagiram de forma diferente dos que não receberam as injeções - eles ficaram com a área irritada e perderam o interesse em comida até que o efeito do veneno passasse.

Experiências recentes feitas pelo biólogo marinho Peter Laming, de Belfast, na Irlanda,  mostraram que o caminho da dor existe no peixe dourado, conectando receptores no couro, por meio da medula espinhal, ao cérebro.

Cientistas espanhóis descobriram que o peixe dourado, conhecido por sua estupidez, é capaz de aprender e de lembrar de seu caminho no meio da confusão.

Os chichlids-macho, peixes tropicais de água doce agressivos, são capazes de avaliar a habilidade de luta de seus potenciais rivais só de observar brigas anteriores.

Esta habilidade de criar um ranking mental é chamada de inferência transitiva, uma capacidade que o ser humano só atinge aos quatro anos de idade. (Fonte: Portal R7)

Entrevista com a vocalista do Renegades of Punk

sexta-feira, 12 de março de 2010

8 de março sepultando a data

Mesmo atrasado, mesmo apenas por internet, nesta postagem eu queria por meus sentimentos.
Mulheres que apesar de tanto lutarem passam tão despercebidas, ninguém vê, ou melhor, os homens não.
É triste ver a data ser usada pra coisas clichês, e sem futuro, não tenho necessidade de repetir tudo, apenas quero dizer que, espero que as mulheres se livrem dos grilhões da profissão de dona de casa, de serem mães, que estas se tornem a revolução em corpo feminino.
Que elas cantem em uníssona voz, junto à todxs nós.
Um grande abraço cordial à todas mulheres-revolução que conheço:
xsuxsuzetex
Paulinha
Rose
O Rapaz
Tia Geca
Dani

Punks na academia

Pra quem poder ir dia 20 de março (sexta-feira) vai rolar uma apresentação de trabalho com diversas culturas urbanas na sala de vídeo da UNEB campus 9.
Entre os grupos terão, punks, garis, mendigos e outros.
Se for do seu interesse compareça.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Amadeu Casellas Livre!

Depois de já cumprir mais de 8 anos além de sua pena o anarquista Amadeu Casellas foi liberado para viver longe das paredes frias da prisão.
Seja bem vindo de volta Amadeu!

Repressão Policial X Movimento Estudantil

Na cidade de Barreiras BA este ano foi inaugurado o segundo campus da UFBA que fica fora da cidade, para chegar lá se passa por uma horrível estrada que em tempos de chuva (como esses que estamos vivendo) ela fica praticamente intrasitável.
Ontem 10 de março de 2010 foi um dia crucial, devido às chuvas de antes de ontem, a estrada não passava nenhuma espécie de veículo, o que resultou uma grande indignação dos estudantes que marcharam para prefeitura da cidade protestar, a final de contas a prefeita da cidade disse que podiam contar com a palavra dela para o que precisar.
Em frente da prefeitura foi feito o manifesto mas logo logo os defensores do estado apareceram e começaram a violência contra estudantes e professores, houve soco em meninas, professor enquadrado por "desacato" enfim, tudo aquilo que a polícia sabe fazer para defender aqueles que os comandam.
Além da estrada há também uma ponte que está para cair, vale lembrar que só tem duas linhas de ônibus para a faculdade, fato que faz os mesmos irem cheios, se por acaso um acidente acontecer, vai ser desastroso, pois um ônibus cheio de gente cair em um rio não dá espaço para esperanças de algum sobrevivente possa existir.
Vale ressaltar que além disso, no meio da confusão a vereadora Kelly Magalhães apareceu por lá para poder impedir que algo de ruim acontecesse, ela estava lá falando para polícia não fazer nada de mal com o pessoal.
É realmente confortante não?

quinta-feira, 4 de março de 2010

2º Congresso Libertário no México!


Fora de Alcance

Enquanto vivemos nossas vidas,
Lá fora sopra um vento de liberdade
Enquanto todos os dias varremos nosso quintal
Se nasce uma Erva Daninha
Mesmo com muros gigantes ao seu redor
Não poderão se defender da Pequena Ameça

 E quando um dia você se perguntar
- Onde raios eu vim parar?

Será porque já se encontra perdido na Terra Sem Lei

Dedico esse poema, ao pessoal dos coletivos:
Pequena Ameaça
Erva Daninha
A Paulinha e seu blog idéias são a prova de bala
Aos amigos do coletivo Fäxä Prêtä
Ao brother lá do sul do ventos de liberdade
E por último e não menos importante a criadora desse blog, e do zine terra sem lei, que por acaso já tenho 1 ano 6 meses e 28 dias ao seu lado compartilhando os bons ventos e todas as dores que a vida nos provê.

Estamos com nossas produções no blog um tanto quanto estáticas, mas a qualquer hora aparece algo, sempre tem uma inspiração, qualquer hora será postada uma resenha sobre a primeira distro do oeste da Bahia, a Mainá Distro.
Até lá, fiquem firmes e tomem cuidado.