sexta-feira, 18 de março de 2011

Agnostic Front é Facista? (veja matéria e comentários)

Aproveitando que essa semana fui ameaçado por um facista, vim comemorar postando esse texto que já não tenho mais o link, esse conteúdo seria colocado no meu zine, o dança do caos, mas como não rolou, tá aqui o texto.
Tradução de Alana Soares


Agnostic Front

Agnostic Front é uma das bandas pioneiras da música Hard Core nos Estados Unidos, responsáveis pelo “boom”desse estilo musical. A formação original de 1981 não contava com o conhecido vocalista Roger Miret, sendo John Watson o então vocalista, Vinnie o guitarrista, Diego no baixo e Rob Crypt Crash na bateria. Posteriormente tiveram outros três vocalistas: James Contra, Jimmy, “The Russian”, e Keith, do Cause For Alarm, até que finalmente entrou Roger Miret. Nesta época realizaram seu primeiro trabalho, um disco de vinil que compartilharam com a banda WHITE PRIDE, e onde a demo do Agnostic Front aparecia no lado B. Enquanto o White Pride não eram estritamente nacionalistas, isso não foi impedimento para que seus shows fossem boicotados pela extrema-esquerda. Há alguns anos a gravadora RAC Sunwheel Records publicou um CD compilando quase todas as suas canções, cujo título era “Your loss is our gain” – “Sua Perda é Nosso Ganho”.
                Além de compartilhar discos com bandas “politicamente incorretas”, também alternaram com Skins NS da cidade de Nova York... E na verdade os skinheads NS americanos ainda ouvem essa banda. Na edição original de seu primeiro EP “United Blood” aparecia uma pequena imagem celta no canto do verso da capa do vinil.
                Mais tarde, dividiram palco com grupos declaradamente NS, como Youth Defense League (os quais tinham canções como “Skinheads 88”, “Youth of America”, “New Glory” e “Voice of Brooklyn”, versão de “Voice of Britain”, do Skrewdriver), e No Alibi (considerados os pioneiros do Hate Core), coisas que também fizeram bandas como Warzone, Cro-Mags, Sick Of It All, Youth of Today, Cannible Corpse e Accused, porque a essa altura ainda não era moda ser antirracista nem existia a SHARP.
                Outra coisa curiosa é que no disco “Cause for Alarm”, do Agnostic Front, há uma dedicatória e parte dos agradecimentos aos Bully Boys, uma das bandas NS mais conhecidas dos EUA. Anos depois aconteceu uma anedota relacionada a isso, como Roger Miret relatava em uma entrevista para o fanzine “Useless”: nele Miret reclamava que a cidade de Los Angeles e os estados do Sul eram onde mais skinheads NS haviam participado de seus shows, coisa que na Europa não acontecia.  Assim, finalizava dizendo que enquanto se preparavam para uma apresentação no Texas, apareceram os Confederate Hammerskins (Confederação “Pele de Martelo”) dispostos a dar-lhes um pequeno “corretivo”. Quando pensaram que eles quebrariam sua cabeça, reconhece que “... o que nos salvou foi uma grande Confederate Skin que tocava em uma banda chamada Bully Boys, que costumavam ser como nós, mas se tornaram nazis. Eles evitaram que chutassem nossas bundas”. Aquele enorme Hammerskin era Scott, vocalista do Bully Boys, mas o que é mentira é o fato deles terem se tornado nazis: os que mudaram de atitude foram Miret e companhia, que junto a outros como Warzone, resolveram pregar o anti-racismo.
                Isso não quer dizer que o Agnostic Front era uma banda NS, ou que seus componentes eram, coisa que seria estranha, já que Roger Miret é de origem cubana, sempre tocando com uma bandana em que está a bandeira de Cuba e tendo tatuado no braço: “100% Latino”; queremos apenas refrear a mudança de posição dessas pessoas, que passaram a dividir palco e discos tanto com bandas nacionalistas a anti-facistas raiovosos.

14-01-2004
Trecho de uma entrevista com o líder da veterana banda NS “No Alibi”.
                É verdade que começamos no Hard Core Nacionalista com letras que tinham WP (White Power/Poder Branco), apesar de não serem muito extremas. Isto nos permitiu tocar com grandes bandas do momento, como Cannibal Corpse, Warzone, Youth of Today, Agnostic Front, etc., e transmitir nossa mensagem. Hoje em dia é uma história totalmente diferente, as grandes bandas são ou SHAPs, ou esquerdistas, e os Skinheads WP têm seus próprios jornais, gravadoras e mídias, e não precisamos de publicidade comercial para transmitir nossa mensagem, de modo que não fazemos, a não ser que seja para estourar um show vermelho (de esquerda)! Tocar nesses shows também dá a possibilidade de conhecer gente que te apóia, que você nunca pensaria estar lá fora, por exemplo, uma vez ao acabar um show, o técnico de som veio até nós dizendo que gostava de nossa imagem, de nossa música, e que iria tentar nos lançar numa grande gravadora. Ele era o guitarrista da popular banda “Overkill”, e assim você sempre tem que olhar o lado positivo de qualquer situação.
No início da carreira vocês tocaram com Agnostic Front, Warzone... Qual sua opinião sobre eles com o passar dos anos?
                Hahaha, boa pergunta! Especialmente o vocalista do Warzone, que morreu de AIDS, é irônico porque sempre subia ao palco com um “X” pintado nas mãos, pregando o não consumo de drogas, e depois morre com uma doença de drogado... O Agnostic Front era uma banda “fence sitter” (termo que se usa na cena Punk-HC para bandas ou indivíduos cujas posturas cercam ou refletem uma inclinação para o racismo, ou sexismo, ou homofobia, ou o nacionalismo exacerbado ou o anticomunismo), com um cubano como vocalista. Sabe aquela vez que o Agnostic Front tocou em Buffalo, estado de Nova York, num clube chamado “Metal Shop”, e levaram os Skinheads WP do Brooklyn, Nova York, para fazer o “serviço de segurança”? Quando estavam tocando, com estes caras ao pé do palco, os skinheads começaram a fazer a saudação com o braço levantado (Hailing) ao Vinny, e depois Vinny e o cara café-com-leite Roger Miret lhes devolveram a saudação, erguendo o braço! Hahaha, os Vermelhos (de esquerda) de verdade no público ficaram totalmente atônitos, e depois disso começaram a queimar a camiseta do Agnostic Front “skinhead”, que levava a Cruz de Ferro. A notícia chegou até os fanzines daqui que diziam que eram nazis! Como um velho ditado diz: “conheça seu inimigo e fique perto dele”, essa é a melhor forma de lutas contra suas mentiras. Agindo secretamente!
                Sei que para os Skinheads WP é difícil de entender como pudemos tocar com essas bandas no passado, então eu vou tentar explicar da melhor forma. Em 1986, quando começamos, não havia um movimento skinhead nem no estado nem em nossa cidade. Todos éramos NS e WP, eescutávamos Skrewdriver, Brutal Attack, Carnivore... Mas os “skinheads” que reuniam massas de mais de 300 pessoas eram bandas pseudo-esquerdistas como Warzone, Biohazard, etc. Era uma decisão que tivemos de tomar, e hoje considero que foi 100% correta. Tocamos com essas bandas para dar uma alternativa aos jovens brancos frente ao veneno “vermelho” dos “pseudo-skinheads”. Se tivéssemos organizado shows por nossa própria conta, teríamos um público de 5 pessoas, [...] com o passar dos shows, cada vez tocávamos para mais gente, e mais NS/WP começaram a aparecer e ver que aquilo era algo grande. Isto nos permitiu criar um núcleo de seguidores. Não tivemos o luxo do Skrewdriver, ou Brutal Attack de poder tocar para 500 skinheads WP. Nós tivemos que começar do zero, da lama, e trazer à tona os verdadeiros skinheads. Ainda hoje estouram shows dos vermelhos quando menos se espera, como eu mencionei na primeira pergunta. A todos os que alguma vez disseram por ignorância “No Alibi é uma banda de vermelhos que tocam com o SHARP”, dizemos que são apenas estúpidas e que não agüentariam 10 minutos nas situações tensas que tivemos que ver. Sempre temos sido pioneiros do WP, e sempre seremos, lutando pela verdadeira liberdade.
                Hoje em dia é uma história totalmente diferente, temos nossas próprias mídias, organizamos nossos próprios shows WP com mais de 200 pessoas, eliminamos o som de merda que tinham as bandas WP há alguns anos, e agora rompemos com os estereótipos difundidos pelos meios de comunicação judios.

Billy Milano e S.O.D.
                Billy Milano foi o fundador da banda estadounidense S.O.D. (Stormtroopers of Death), e também de uma banda chamada M.O.D., e colaborador do Anthrax, esse cara era conhecido por ter sido skinhead e ter tendências declaradamente racistas, voltando atrás depois. Atualmente Billy Milano é o empresário do Agnostic Front. O primeiro disco do S.O.D., lançado em 1985, se chamava “Speak English or Die”. Esta banda acabou em 1986, mas voltou a se juntar em 1999, mas devido às críticas recebidas pelo primeiro álbum, acusados de racistas, sexistas e violentos, decidiram mudar de linha.

Harley Flanagan e Cro-Mags
                Harley Flanagan é o baixista e vocalista da banda de hardcore Cro-Mags. Em sua juventude era muito amigo de skins NS, além de haver fotos dele por aí com integrantes das bandas NS “Aggravated Assault” e “Blue Eyed Devil”. Harley também tem sido visto em vários shows da banda Aggravated Assault, assim como da “Bound of Glory” (isso foi confirmado pelo camarada “Ed”, vocalista e líder da banda Bound of Glory), embora isso tenha sido há alguns anos. Os Cro-Mags também foram uma das bandas pioneirasda cena hardcore, e após um período de separação e volta aos palcos com o nome de “White Devil” e “Samsara”, voltaram a se reunir há não muito tempo com o nome de Cro-Mags, que naturalmente se declaram anti-racistas e que nunca tinham tido “amizades perigosas” nem dividiram palco com bandas “politicamente incorretas”...

Lemmy e Motörhead
                Não vamos descobrir nada de novo sobre esse assunto, já que as tendências de Ian Fraser Kilmister, mais conhecido como Lemmy, vocalista do Motörhead, são amplamente conhecidas, apesar disso, porém, tentaremos apresentar alguns dados concretos. Primeiramente cabe frisar que, como o guitarrista do Slayer, Lemmy tem o costume de colecionar itens do III Reich. Em muitas entrevistas ele tem sido perguntado por que, e aqui estão suas respostas: “Tenho duas namoradas negras aqui nessa cidade (Los Angeles), então devo ser o pior nazista que você já encontrou. Metade dos meus amigos negros e judeus podem ir ao meu apartamento e não se incomodar (pela coleção)”. Na continuação, porém, Lemmy põe em dúvida que o holocausto tenha matado mais de 6 milhões de judeus: “Há fotos, mas qualquer um pode fazer fotos. Acho que metade disso é verdade, e metade mentira”.
SUN: Em sua coleção de mobília nazista, não sente medo das pessoas pensarem que você tem idéias erradas?
Lemmy: Não posso ajudar se as pessoas são f---- estúpidas. Se eu colecionasse bilhetes de trem, eles pensariam que ando em trens o dia todo? Você só coleciona coisas porque é uma parte interessante da história, e porque fizeram muitas coisas. Os britânicos não têm adagas cerimoniais. Nem os americanos.
Quer dizer que uma razão para colecionar objetos nazis, como adagas com a inscrição “Minha honra se chama Fidelidade” é que nem ingleses nem americanos têm adagas cerimoniais... Curioso sem dúvida. Este afinco levou Lemmy a ter a 5ª maior coleção das Américas de objetos do II Reich, chegando a comprar a coleção completa de objetos nazis de Ozzy Osbourne, incluindo bandeiras, medalhas e adagas. Não deixa de ser estranho que Ozzy por que nós não sabemos se ele é judeu, sua esposa Sharon sim é judia.
                Mesmo assim Lemmy sempre se declarou apolítico, e não só coleciona objetos da II GM, mas também de outras épocas, como a napoleônica, um exemplo é que ele gastou 3.000 dólares em um objeto napoleônico. Sobre este tipo de perguntas há um caso curioso: numa entrevista que apareceu na revista “Metal Hammer” o tema era tratado de maneira diferente segundo a edição que foi; na edição que foi para a Inglaterra o tema era central na revista, na edição francesa foi só uma pergunta, e na edição da Alemanha não se mencionava absolutamente nada sobre o tema. Para não criar escândalo e prejudicar a banda?
                Para terminar, cabe ressaltar os “enfeites” que Lemmy utiliza, como Cruzes de Ferro, anéis de caveira com capacete estilo alemão na II Guerra, etc. O mascote da banda, o emblema “Warpig” desenhado por Joe Petagno que aparece em muitas capas tinha originalmente uma suástica, mas foi retirada já que poderia ofender algumas pessoas. Ainda assim Lemmy conservou a Cruz de Ferro no peito.
                Algumas capas de seus discos também resultaram controvérsias, como a do disco Bomber, onde aparece um bombardeiro alemão Heikel 111; o título do disco “Iron Fist” que era o nome traduzido de um esquadrão de caça do III Reich; na capa do disco “1916” aparece em clara diferença a bandeira imperial alemã e o mascote com o brasão de gala da cidade prussiana.

6 comentários:

  1. Estou postanto aqui um comentário do Pira, dono da Bola de Fogo Distro, ele teve problemas e não conseguiu postar aqui.

    Pois é cara, eu tinha o cd Somethings Gotta Give do AF, no encarte tem várias mensagens anti-racistas e tem até uma falando "parem de usar animais em testes, usem racistas e pedófilos".
    Tem aquela foto famosa do irmão do Roger (esqueci o nome do cara) vocalista do Madball com uma camiseta do Screwdriver... hoje esse mesmo cara é rapper.
    O vocal do Cro-Mags virou budista ao extremo, ele até lançou um livro chamado "Meat is for pussies" e o cara anda numa vibe total politicaecologicamente-correta.

    Aqui no Brasil no começo dos anos 80 era uma mistura só, tu pega o Dose Brutal, banda Oi! que no primeiro disco tem uma bandeira do Estado de São Paulo em tom ufanista e nesse mesmo disco eles tem uma música falando de anarquia (já no segundo albúm eles mudaram pra uma pegada pós-punk niilistas e cantam "Ó pátria amada vadia!"). O Nova Nação, banda de inclinação nacionalista, dividia membros com o Desespero (que mais tarde veio a se tornar o DZK), e ambas tocavam ao lado do Locomotiva, primeira banda nazistas brasileira.
    Grande parte do movimento punk era homofóbico e xenofóbico, tu pega a clássica Nada do Olho Seco, sempre que os caras vão tocar essa música eles tem que dar explicações antes pra não vir gente jogando pedra, o mesmo serviria para o Miséria e Fome do Inocentes mas ali a letra tá melhor construída. Tem o vídeo do João Gordo no final dos 80 falando "nós não gostamos de políticos, não gostamos de padres e não gostamos de viados!", hoje ele tem várias músicas criticando o preconceito e já declarou que se arrepende profundamente das coisas que ele falava.
    Eu tenho o video do O Começo do Fim do Mundo, lá tu vê vários caras com camisetas com suásticas. Sempre tiveram grupos políticos tentando influenciar a cena punk/careca, tem aquela foto clássica do Olho Seco que é até capa do tributo que dá pra ver várias estrelas do PT nas paredes, e claro que os grupos de direita também tentaram.

    A cena punk/hardcore/oi! não foi formada por universitários ou uma elite intelectual, foi formada por jovens inconformados e sem nenhuma informação, só sabiam que haviam coisas erradas então resolveram se rebelar e fizeram o que julgaram certo.
    Hoje a maioria cresceu e mudou sua postura, será certo julgá-los pelo o que foram ou pelo o que são?

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  2. Huuhh.. curti o comentário, muita informação. É verdade que o começo do punk no Brasil era bem porralouquice mesmo, quem dirá no resto do mundo. Assim como polêmicas como a do Exploited e tal, acho que o problema nem é julgar, é conseguir discernir o que é "certo" ou "errado" pra você e levar em frente, a partir de exemplos do passado...

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  3. Esse texto é tirado de um site nazi espanhol. O artigo original busca mostrar supostas ligações "nazis" de artistas insuspeitos.
    Os textos são cheios de imprecisões, exageros e coisas fora de contexto.
    A começar: o suposto disco compartilhado com a banda White Pride é um bootleg lançado sem permissão nem conhecimento do Agnostic Front anos depois. Tanto é que o disco não consta de nenhuma discografia oficial da banda. Além disso, o White Pride era uma banda de humor negro, com letras que eram por assim dizer, piadas de mal gosto, sem ligações políticas reais.

    Que o Agnostic Front no começo estava longe de ser uma banda politicamente correta nos moldes atuais, isso é óbvio. Mas eles tampouco tinham qualquer postura racista. A história de que eles teriam começado a pregar o anti-racismo só no final da carreira é uma mentira deslavada. Já no primeiro EP, "United Blood", a letra de "United & Strong" diz "unidos e fortes, negros e brancos". Já o disco seguinte, o LP "Victim in Pain", tem a faixa "Fascist Attitudes", condenando, como o nome diz, o fascismo.
    O próprio fato de uma banda norte-americana ter começado com um integrante chamado "Diego" já indica a improbabilidade dela ser racista. Fora isso,o vocalista, Roger Miret é um imigrante cubano.

    Indo além, na mesma época em que eles tocavam com o Youth Defense League, eles tocavam com dezenas de outras bandas assumidamente anti-racistas e anti-fascistas como por exemplo o Nausea, que era anarcopunk e cuja vocalista, era judia e foi esposa do Roger Miret. O próprio Youth Defense League foi uma banda que não se assumia claramente, escondia posições e começou no hardcore "normal", se aproximando do R.A.C. através do tempo.
    Por isso mesmo é que, como o próprio texto indica eles tocaram com bandas como o Youth Of Today, uma banda anti-racista e até mesmo anti-nacionalista, como dá para conferir nas letras do disco "We're Not In This Alone".

    Outra banda citada no texto como "duvidosa" é o Warzone. Assim como o Agnostic, eles também tinham letras anti-racistas já no primeiro EP. A música se chama "War Between Races" e diz "Seu preconceito é fodido (...) use o cérebro ajude a parar a guerra entre raças".

    Ou seja, não acreditem em tudo o que lêem. Se fosse um texto dizendo que a banda era burra ou problemática, ok. Mas simpatizante de nazis, nunca. Como diz o ditado, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

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  4. Pedro, seu comentário é realmente muito bem vindo, muita informação conflitante é sempre bom pra poder se construir novas idéias. Vamos mudar o título da postagem e deixar seu comentário em evidência até na postagem, para dar ao pessoal que lê mais fontes para leitura, agradeço pela informação sugerida, e volto a dizer que é bem vinda no blog e sempre será informações que somem.
    Abraços.

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  5. Lemmy foi roadie de Jimmi Hendrix,nunca fez qualquer questão de usar a música como instrumento político,seja voltado para a esquerda ou direita.
    Além das namoradas e amigos negros a própria música seria incompatível com qualquer nazista que se preze por causa das doeses generosas de blues principalmente dos primeiros discos.
    Questionar o holocausto é uma atitude intelectual que não se apega a qualquer bandeira ou raça,até judeus já discordaram e discordam da historiografia oficial,acontece que falar sobre isso é tabu e até crime...(?!)
    Fora isso,legal seu blog e principalmente o fato de aceitar opiniões e fontes diferentes nos comentários,isso é prova de inteligência e informação se constrói e partilha assim.

    abraços

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  6. Muito interessante as informações, sociologo e amante do hardcore new york e do reggae roots, fiquei muito feliz e ver um blog como pessoas discutindo um assunto com educação, e aceitando, respeitando a opinião de cada um. Parabens blog e seus membros.

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